terça-feira, 31 de julho de 2012

A FAMÍLIA E SUAS DIFERENÇAS

Quem nunca parou por um momento para analisar os diversos tipos de pessoas que tem na família?




Toda família tem:
• Um mentiroso
• Um falso
• Um encrenqueiro
• Um espertinho
• Um egoísta
• Um esnobe
• Um perfeccionista
• Um sonhador
• Um apaziguador (mediador)
• Um realista
• Um festeiro...
Nossa! Teria muita coisa pra listar.

A minha maior preocupação é: Como lidar com essas pessoas, com as diferenças e em qual adjetivo eu me encaixo?
Tento levar todos numa boa, procuro trabalhar a minha falta de paciência, mas todo mundo tem um limite... Quando sinto que estou a ponto de explodir só encontro duas opções: Sorrir ou ausentar-me. Por vezes ainda opto por uma terceira: Chorar!
Meus pensamentos ficam a milhão.

Há pessoas que me fazem viver num stress constante, mas por amá-las, acabo errando com elas, não as fazendo enxergar a situação. Tenho me afastado de gente assim, para que ainda possa restar algum amor no futuro, quando elas acordarem pra realidade e perceberem que estavam erradas.

Penso se, talvez não fosse melhor, dar um basta a algumas situações. Não fugindo, mas mostrando as pessoas que estou atenta ao que se sucede, que me faço de tonta, mas não o sou. Sou apenas uma garota que não gosta de conflitos, se me envolvo em algum é por já estar pela tampinha, saturada.

Eu me considero uma boa pessoa, mas há dias em que me encaixo em alguns adjetivos acima listados. Tenho me policiado para ser uma pessoa melhor a cada dia.
Aí entra o “ser político”. Ô coisinha difícil! Enganam-se os que pensam ser fácil.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

COMPORTAMENTO SOCIAL


Realmente sou uma pessoa complicada de lidar, me irrito com muita facilidade. Principalmente com coisas corriqueiras tais como:
• Compra pra me ajudar
• Daquele normal
Quem nunca se deparou com vendedores ambulantes que tentam te empurrar o seu produto goela a baixo? Compra pra me ajudar!
Ai como isso me irrita. Se eu for comprar coisas só na intenção de ajudar vendedores ambulantes logo, ou eu serei um deles, ou serei mendiga, por que haja dinheiro pra esse povo.
E o famoso "aquele normal"? O cliente entra na loja e pede algo. Você, na tentativa de encontrar o que o cliente quer, pergunta: De que medida (ou tamanho, ou cor, ou qualidade)?E você ouve como resposta: Aquele normal. Ok! Nem vou me alongar na explicação deste.
E aquela pessoa que entra na loja, vê que o vendedor está atendendo a outro cliente e mesmo assim, ignora e começa a pedir o que quer como se fosse a única pessoa na loja? Os furões de fila, então? Ô gente! Ô Povo! Dá licença!
E quando tentamos conversar com pessoas que acreditam que o que elas têm a dizer é sempre mais importante e ficam nos interrompendo o tempo todo de modo que nunca conseguimos concluir idéia alguma. Eu tento uma, até duas vezes, mas nunca uma terceira. Garanto-te que se ficares a me interromper a conversa virará monólogo, por que eu passo a apenas ouvir.
E aquele povo que vai a alguma reunião. Ex: Festa de aniversário
Você é convidado para chegar à mesa e se servir, mas educadamente espera que os que levantaram primeiro se sirvam para que você o possa fazer. De repente percebes que, se não te espremeres juntos aos demais passará fome, pois os primeiros não arredam o pé para dar espaço aos demais que ainda não chegaram à mesa. Vira um empurra-empurra, como porcos num chiqueiro.
E aquela pessoa que vive te pedindo ajuda e, no teu primeiro não, tudo o que você já fez perde o valor?
Realmente sou uma pessoa de pouca paciência, anti-social, não consigo me adaptar a certos comportamentos.

domingo, 15 de julho de 2012

O MEDO



Há coisa pior que o medo?
Claro que há. Mas o medo é o tema de hoje.
Percebi que o meu maior amigo é o medo. Ele está sempre presente, pode o mundo todo me virar às costas, mas ele está lá, sempre ao meu lado. Companheirinho ele, não?
Ele já foi muito mais presente em minha vida do que hoje, mas nunca me abandonou. Por vezes eu tento dar-lhe uma rasteira, mas pensa que ele se magoa e me abandona? Nã, não! Ele me é fiel!
Já sofri de síndrome do pânico, levei anos pra me recuperar, mas foi nesse momento que ele esteve mais presente, segurou-me pelas duas mãos. Ele foi tão companheiro que até dormia comigo.
Tenho medo de tantas coisas, imagináveis e inimagináveis. Por vezes até, tenho medo de ter medo. Dá pra entender?
É medo de tanta coisa que até me assusta, dá medo!
Não é nada fácil lidar com ele sozinha. Poucas são as vezes que a presença dele me faz bem.
O meu maior medo é que meus medos se concretizem.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

QUANDO E COMO RECOMEÇAR???




Perdi muitos anos de minha vida por medo de viver e de me impor diante da vida. E não é fácil mudar de atitude de uma hora pra outra. As pessoas se acostumam a te ver e te ter de uma maneira que, quando você tenta mudar, acaba por ocasionar crises nos relacionamentos.
É assim no namoro, na família, com as amizades, no trabalho...
Acostumamos mal os outros por que queremos ser amados, respeitados, evitar atritos... e, quando nos damos conta, nossa! Deu tudo errado. Se você fizer qualquer coisa diferente daquilo é por que você é mal agradecido (a), você é uma pessoa ruim, egoísta, não pensa nos outros.
Ninguém percebe que você passou a vida inteira gritando internamente, querendo pensar um pouco em você, cuidar um pouco de si, viver um pouco sua própria vida.
Assim como muitas mães e esposas que servem o prato, alcançam a toalha, os chinelos e tudo mais nas mãos dos seus. Pessoas que coexistem.
É tão bom poder ajudar as pessoas que amamos, contribuir para a felicidade e evolução delas, mas não podemos deixar nossa própria vida de lado em prol da vida dos outros.
Se estamos “sempre” ajudando, no primeiro “não” que dizemos, tudo o que foi feito até então perde o valor. Como fazer para lidar com isso, então?
É preciso aprender a impor limites, mas isso não é fácil. Como fazer as pessoas entenderem que o que você faz é por amor e não por obrigação? Difícil, não é?
Mas hora ou outra esse primeiro passo deve ser dado, não podemos negligenciar nossa própria existência.